A ansiedade pode dispersar o aluno; a meditação resgata.
- Associação Mente Viva

- 15 de jun.
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A ansiedade tem-se tornado cada vez mais evidente em jovens e crianças. Estados frequentes de alerta e estresse elevam os níveis de cortisol, hormônio que, em excesso, impacta negativamente o funcionamento cerebral. O excesso de estímulos, a pressão por desempenho, as dificuldades relacionais podem levar crianças e jovens a ficarem mais agitados, dispersos e inseguros, afetando diretamente o aprendizado e o bem-estar.
As práticas de respiração, meditação e atenção plena ajudam a acalmar o sistema nervoso, melhorar a concentração e desenvolver maior equilíbrio emocional. Ao aprender a perceber pensamentos e emoções com mais consciência, o aluno consegue lidar melhor com desafios, frustrações e situações de estresse. “É como se fosse peneirar os aspectos emocionais, descartando aqueles que causam dispersão e perturbação”, explica Mariela Silveira, médica fundadora da Mente Viva.
O programa da Mente Viva ajuda a desenvolver habilidades que muitas vezes estão encobertas pela ansiedade — matemática, ciências, poesia, escrita. A meditação age como uma forma de abrir possibilidades, mostrando o quanto o indivíduo deve estar em contato consigo e com seus dons, que podem ser explorados e desenvolvidos com as práticas e exercícios de atenção e mindfulness.
Essas práticas são aplicadas pela Mente Viva de forma humanizada e adequada para cada faixa etária, promovendo mais tranquilidade, presença e qualidade de vida no dia a dia.




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